terça-feira, 5 de junho de 2012

Sem luta, sem direitos.


               
           Aos 26 dias de Maio de 2012, em São Paulo, capital, aconteceu a segunda edição da denominada '' Marcha das Vadias'', cujo foco principal é combater o machismo. Esta forma de manifestação teve seu início no Canadá e se espalhou pelo mundo.
      O machismo está tão arraigado na sociedade quanto as árvores mais antigas, de tal forma que crescendo numa sociedade machista não é difícil que se deixe contaminar e por vezes sem nem ter consciência dos próprios atos e pensamentos ficamos suscetíveis ao machismo. Sendo praticado até mesmo por mulheres em relação à outras mulheres, o que acontece com uma frequência muito maior do que se espera.
        Desde o tempo em que os homens viviam em cavernas começou essa divisão dos sexos e com ela a diferença entre gêneros. Com a necessidade de conseguir alimento e ao mesmo tempo proteger a prole, enquanto as mulheres ficaram responsáveis pelas crianças, que afinal tinham o primeiro contato com a mãe e, obviamente, eram alimentados por ela, os homens saíam para caçar e buscar alimentos; criando assim uma divisão de tarefas que se manteria e se mantém muitas vezes até os tempos atuais, em que nem existe mais a necessidade de caça e a prole pode ser protegida por ambas as partes.
       A marcha luta pela igualdade de direitos, pelo fim do machismo, pela consciência de igualdade e contra a repreensão e o preconceito sofrido pelas mulheres, e aconteceu na avenida em que mais mulheres sofrem preconceito: a Rua Augusta, localizada próxima à Avenida Paulista,sendo as duas as mais conhecidas de São Paulo. Um dos propósitos da marcha este ano é pedir mais debate sobre a Medida Provisória nº 557, que tramita no Congresso, esta, institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera (mulher que deu à luz recentemente) para Prevenção da Mortalidade Materna. Contudo as participantes protestam: "Esse sistema pode agir como uma forma de monitorar abortos ilegais, e achamos que ele precisa ser mais discutido", além de questões como aborto, salários desiguais entre gêneros para mesma função e preconceito na forma de se vestir das mulheres (que por várias vezes é apontado como justificativa para discriminação e atos de violência física e moral).
        E antes de mais nada para que haja a erradicação do machismo, é necessário que as próprias mulheres se levantem contra ele, se reconheçam como iguais e dotadas dos mesmos direitos e isso só vai acontecer quando as mesmas se conscientizarem deles. Na graduação de Gestão de Políticas Públicas, na USP, os alunos tem uma matéria que trata dessa conscientização dos direitos, denominada Direito Constitucional, ministrada pelo Professor Marcelo Arno Nerling, aonde são incitados e induzidos a conhecer os seus próprios direitos, para que quando estes lhe forem negados possam ser reivindicados com apoio legal da própria Constituição da República Federativa do Brasil, que é desconhecida da maioria dos brasileiros.
       A constituição deveria ser inserida nas escolas, nas próprias grades obrigatórias, para que houvesse o seu conhecimento por toda a população, e não somente para aqueles que depois de seu primeiro contato com o mundo normativo brasileiro (frequentemente os constituintes da Elite brasileira, possuidores de capital suficiente para que os direitos não lhes faltem) e vão em busca de um maior conhecimento dos direitos e obrigações para com o Brasil; Porém um povo instruído não seria facilmente manipulado, como o é, e isso não seria conveniente para o Estado segregacionista e discriminador; E assim, homens e mulheres ficam privados de seus direitos e a sociedade continua nos mesmos moldes antigos que não deixam que se desenvolva e progrida.

domingo, 30 de outubro de 2011

Felicidade

Boom dia pessoas lindas!
      E como não podia deixar de ser, o primeiro post é soooobre:   Felicidade, tchã-ram !

     Quem não adivinhou não passou no ENEM né, o blog chama what makes me happy, que significa ''O que me faz feliz'' ; Coloquei em inglês porque dá mais ibope e  infelizmente o nacional não faz muito sucesso por aqui...
Lamúrias à parte, vamos começar a falar sobre as definições.
         



       Felicidade ainda não tem uma definição concreta. Como cada pessoa a define de uma forma distinta ela tem várias definições e há quem diga que ela não existe ou é uma busca infinita. Eu defino como tudo que me deixa alegrinha sem ser alcoólico: cinema com o boyfriend ou azamigas, festinhas, baladjenhas, sorvete e praaaia no calor, almoço de domingo em família, compras, achar aquela bolsa linda e maravilhosa que você procurou por anos na promoção, churrasquinho da sua sala, chocolate, achar dinheiro no bolso que você nem lembrava que tinha mais, achar uma nova roupa preferida e muuitas outras coisas que eu AMO de paixão. Enfim, é o que te faz rir a toa e pensar no quanto você tem sorte e é feliz. (redundante? não, magina.)
            Independente do que é felicidade nós devemos sempre buscá-la. Pra não entrar em depressão e cometer suicídio?  não, porque faz bem e já tem tristeza demais no mundo, sem contar que não custa nada né e cada um é o único responsável pela sua felicidade. Até as coisas mais tristes tem um lado positivo e um significado pra sua vida, se você caiu de bunda no chão e doeu pra caramba, serviu pra você aprender a não andar de salto agulha sob as poças de bebida no chão da balada e (espero) isso não vai acontecer de novo, serviu também pra você ver que amiga que ri da sua cara quando isso acontece e qual te ajuda a levantar do chão com pose de SUPER TOP MODEL do Dance Club . Fiquem atentos !


       
    Vamos rir e ser lindos porque gente triste e feia já tem de monte na pista dos shows, hahaha. Brincadeira gente, mas vamos ser lindos felizes porque é mais legal e ta na moda, e se ta na moda a gente segue (quando a coisa é boa não precisa  de opinião crítica).
                          Beeeeijo ;*